sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Dica de Série: Os 13 porques

Bom Dia Pessoal,

Como esse foi o mês escolhido para falar e debater sobre um tema muito importante "Suicídio", decidi colocar no ar hoje minha impressão sobre a série "Os 13 porquês", pois tem tudo a ver com o tema e realmente merece ser conferida de perto.



Essa série é baseada no livro de Jay Asher publicado em 2007 e seu tema principal é o suicídio adolescente

Nessa série acompanhamos Clay, um jovem que está triste pela morte de Hanna (a garota por quem ele era apaixonado). Um dia ele recebe uma caixa com 13 fitas cassetes e leva um susto ao ouvir essas fitas, pois quem está narrando elas é a Hanna Backer. As instruções são simples ouvir as fitas e passar para a próxima pessoa. O conteúdo das fitas, é a razão porque ela se suicidou, então cada fita é direcionada há um personagem e do porque ele levou a menina a se suicidar. 



Durante os treze episódios entre presente e passado vamos acompanhando Hanna e sua vida e as razões que levaram ela a cometer tal ato. Nesses capítulos são tratados vários temas polêmicos como o Bullyng e Abuso Sexual, e não vou mentir que a coisa fica bem tensa da metade para o final.

Ouvi muitos comentários sobre a série ser dramática e que poderia deixar uma pessoa depressiva a ponto de fazer a mesma coisa que a protagonista. É uma série forte sim, que veio com o intuito de mexer com a cabeça e os valores que temos em nossa sociedade. Por isso é importante termos sempre a noção do que é realidade e do que é fantasia, e de que apesar essa ser uma série que veio para alertar sobre esse tema, o que aconteceu "não é bonito" e "não é razão para uma pessoa cometer tal ato". Afinal, suicídio não é a resposta NUNCA para resolver uma situação.  



Existem algumas cenas que confesso lembrei de mim mesma na escola, em situações que também passei (eu era a garota que sofria bullyng por ser meio nerd), e  entendo que quando somos adolescentes tudo parece ser o fim do mundo, mas depois vemos que a coisa não é bem assim. Acredito que essa história podia ter mostrado esse outro lado também.

Fiquei meio chocada com o final e de como são mostrados certos detalhes sobre isso. Existem rumores sobre uma segunda temporada mas nada confirmado ainda.



Concluindo, acredito sim que todos deveriam assistir, inclusive os pais dos adolescentes para entender um pouco mais seus filhos. E que essa história é um grande apelo para ficarmos de olho e disposto a ajudar pessoas em depressão ou que estejam passando por problemas, talvez não pareça muita coisa para você mas para a pessoa pode parecer. Às vezes apenas ter alguém para ouvir, ou dizer "Estou aqui se precisar", pode ser a solução para um caminho bem melhor.

Trailer:


E vocês já assistiram?
Pretendem assistir?
Raquel Machado

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Kriativa Filmes - Feito na América

Bom dia pessoal! Aqui é o Marcelo, e como tem saído muito filme bom, lá vai mais uma análise cinemática! E a bola da vez é o filme “Feito na América”, estrelado por Tom Cruise, e baseado em fatos reais!

Nesta película Tom Cruise interpreta o polêmico piloto de avião Barry Seal. Ele é um cara que faz muito bem seu trabalho, mas que tem um pézinho na ilegalidade.

Um certo dia a CIA descobre que ele traz charutos cubanos clandestinamente em suas viagens comercias, e chamam o piloto para uma conversa, por intermédio do enigmático agente “Schaeffer” (Domhnall Gleeson). Barry tenta desconversar, já imaginando que iria se lascar, mas eis a surpresa: a agência resolve utilizar de seus “serviços” para benefício próprio. Afinal de contas, ele é muito bom no que faz. Mas claro, tudo isso, extra oficialmente.

Tratando de negócios
E aí que ele começa a se enrolar. O que era para ser um serviço de apoio a sua nação, acaba crescendo e se tornando tráfico internacional. Barry ocasionalmente acaba se envolvendo com o Cartel de Medelin. Sim, aquele mesmo do famigerado Pablo Escobar. E os colombianos também reconhecem que o piloto sabe fazer seu trabalho, e resolvem recrutá-lo.

Cada vez mais ele vai se enrolando, mas vai ganhando muito dinheiro também, e como tem uma bela esposa e filhos para sustentar, que mal tem né? Só que as coisas vão crescendo até uma proporção que ele não consegue mais controlar...
Colombianos muy amigos...ou não!

O filme é muito interessante, por ser baseado numa história real. O personagem Barry Seal realmente existiu, e a atuação de Cruise, como sempre, não deixa a desejar. O filme tem umas tiradas engraçadas, pelas situações confusas em que ele se mete, e ao mesmo tempo pela habilidade dele de se livrar dessas enrascadas. O cara é muito liso! E tem também um pouco de tensão, porque tu sempre fica naquela expectativa de que em algum momento ele vai se ferrar. Será que vai? Só assistindo o filme pra saber!

Algumas curiosidades sobre o filme:

  • A história de Barry Seal já foi retratada no filme “A Vida Por um Fio – Entre a Lei e o Crime (1991);
  • Tom Cruise teve que engordar alguns quilos para dar vida ao protagonista;
  • O título original do filme ia ser Mena;
  • O piloto e dublê Alan D. Purwin e seu co-piloto Carlos Berl faleceram durante um acidente de avião em 11 de setembro de 2015. A aeronave onde os dois estavam caiu próximo à Medelin, na Colômbia, sob intensa neblina. Minutos depois, o próprio Tom Cruise fazia a mesma rota que o avião em colapso, sem saber ainda do ocorrido;
  • Outros filmes biográficos estrelados por Tom Cruise são Nascido em 4 de Julho(1989) e Operação Valquíria (2008).


É isso aí pessoal, espero que a análise tenha despertado um pouco da curiosidade de vocês, vale a pena conferir o filme! Até a próxima!
"Eu sinto o Lado Negro em
você Barry! Junte-se a mim!"

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Resenha Livro "Armada", de Ernest Cline

Resenha Armada – Ernest Cline

E dae povinho gente boa que visita este querido blog, tudo bem? Aqui quem vos escreve é o Marcelo! Sim, eu também estou de volta, junto com a Raquel (minha patroa agora oficialmente!) e o blog, resolvemos transformar a preguiça em músculos (dos dedos) e vamos lá que a resenha vai começar!

Trouxe hoje minhas impressões sobre o livro “Armada”, do escritor Ernest Cline. Talvez alguns lembrem, um tempo atrás já postei por aqui a resenha do “Jogador Número 1” do mesmo cara, que vai virar filme dirigido pelo Spielberg, procurem o trailer, que na minha opinião vai ser muito louco!!!

Então, em “Armada”, conhecemos o jovem Zachary Lightman, um adolescente como outro qualquer, que frequenta escola, tem poucos amigos, já andou quebrando a cara de uns, tem treta com a ex-namorada que estuda na mesma sala... os problemas normais da adolescência. Em casa, Zach vive com sua mãe, pois seu pai morreu em um acidente terrível, mas deixou para trás um grande legado: um pilha de cacarecos e coisas que remetem aos anos 80, antigos filmes, jogos e talz. Para qualquer pessoa provavelmente seria um monte de lixo, mas aquele é o tesouro de Zach.

Zach é viciado em um game chamado Armada, de batalha espacial contra alienígenas. E ele é bom nesse jogo. Muito bom, ao ponto de estar no ranking dos 10 melhores do MUNDO! Seu nick no jogo, Beagledeaço, faz referência ao Snoopy e ao filme Águia de Aço, clássico da sessão da tarde! Essa é só uma das pequenas referências que encontramos no livro, marca registrada do escritor.

Num dia comum de aula, olhando pela janela entendiado, Zach vê uma das naves do jogo que ele tão bem conhece. No mundo real. Mas hein? WTF? Aquilo o deixa muito intrigado e, dali em diante, uma série de acontecimentos o faz perceber que talvez ele esteja vivendo uma gigantesca teoria da conspiração, muito semelhante à que ele enfrenta no jogo Armada.
Ernest Cline e seu "possante"!

Então, não quero estragar muito das surpresas da história, mas temos referências à antigos filmes, games e músicas, temos batalhas espaciais sensacionais, encontros emocionantes, palavrões (linguagem comum a qualquer adolescente)... caraca, eu gostei muito desse livro. Eu já havia lido algumas resenhas por aí, e muita gente estava tocando o pau, em comparação com o outro livro do autor, “Jogador Número 1”. Entretanto, eu gostei muito desse também, tanto que devorei o livro em alguns dias. Mas isso vai do gosto de cada um né!

É isso então gente, pra quem curte esse gênero meio geek/ficção científica, é uma ótima pedida! Quem já leu o primeiro livro do cara, meio que já sabe o que esperar, mas a sacada da história de “Armada” é muito interessante!
Papi Poderoso aprova este livro!


Até a próxima pessoal!